“O
Último Voo” chega prometendo tensão psicológica, mistério e aquele tipo
de história que faz você desconfiar de todo mundo — e no começo, ele
realmente entrega isso. A construção das duas protagonistas é
envolvente, e a ideia da troca de identidades cria uma sensação
constante de perigo iminente. É leitura que prende, que faz virar página
rápido, que dá vontade de saber até onde aquilo vai explodir.
A
narrativa alternada funciona bem para criar suspense emocional. Você
sente o peso das escolhas, dos segredos e das vidas que parecem prestes a
desmoronar. Tem momentos bem impactantes, principalmente na parte mais
emocional das histórias pessoais das personagens.
Mas… sobre o plot twist. Sendo bem sincera: não achei lá grandes coisas.
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