sábado, 28 de setembro de 2019

O baú de Elizabeth



RESENHA 
O BAÚ DE ELIZABETH
AUTORA NYSSA SCHUWARTZ
EDITORA EXCÊNTRICA
1° EDIÇÃO (2019)


Posso começar dizendo, que o livro pra mim, foi como uma nostalgia à minha infância e creio que será assim para todos que lerem este conto.

Elizabeth lembra infância verdadeira, ela traz de volta os grupinhos de amigos, as histórias contadas entre eles, o medo gostoso da infância. 
Elizabeth foi uma criança regada de inocência, de brincadeiras saudáveis e reais. 

"A autora mostra isto claramente no livro, mostra, que esta infância se perdeu a anos. Que não há mais aquele vinculo de amizade face a face tão intensa".

Elizabeth amava contar histórias e tinha paixão pela escrita. 
O conto aborda a verdadeira brincadeira infantil, suas histórias, fantasias, lendas, ou seja, quando usavam imaginação. " O conto me lembrou a amizade verdadeira do grupinho da série Stranger Things".

A autora também aborda os excluidos da sociedade, os preconceitos... que ainda acontecem frequentemente nos dias de hoje. Mostra a dificuldade que temos de aceitar as pessoas como elas são. Traz tambêm o amor, a convivência um com o outro, a convivência familiar. 

Podemos perceber que a humanidade, a maioria em si, se denominam donos da razão, se tornando arrogantes, humanos impacientes, e que por muitas vezes não se permitam uma mudança em seu ser.

Mas diante deste cenário mostrado, EU , conclui quw na verdade ninguém está no controle de nada, nem do bem , nem do mal, afinal os dois existem, basta olhar o mundo em que estamos vivendo.

Para finalizar, a intolerância se achega no final do livro, mostrando como é dificil aceitarmos "o diferente".
Assim como aconteceu com Bia, filha de Elizabeth. 
A escola em que a menina estuda não a compreende, e o fato dela ser alegre, feliz, brincar e ter uma imaginação que não é mais normal nos dias de hoje, pois as crianças só querem saber de tecnologia, faz com que o quadro pedagógico da escola qieira encaminha a menina para um psiquiatra. Eis o erro, era para ser o contrário, deveriam motivar a Beatriz,  o lúdico, o real é sempre mais envolvente.

... não posso falar muito rsrss...
Mas Garanto que Bia manteve sua IDENTIDADE!

Vinha Faioli e Di Frota


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